Gato de Botas 2 — Viva a vida como se fosse a última!



Olá, leitores.

Vamos começar logo esse ano!

No mês de janeiro lançou a tão esperada sequência: O Gato de Botas 2: O último pedido.

ATENÇÃO: CONTÉM SPOILERS DO FILME

        Para quem viu o filme de cabo a rabo, se divertiu, riu, chorou e amou todas as cenas do nosso querido e humilde Gato de Botas, da ágil Kitty Pata-Mansa e o Perrito, nosso cão terapeuta, que mostrou a esses dois gatos que a vida pode ser linda como cheirar o perfume das rosas.

        E é sobre esse doce perfume das rosas que quero falar neste post.

        O Gato, então, com suas oito vidas bem vividas, chega na última e encontra o inimigo de quem sempre riu na cara: a Morte. A morte, aquela nossa única certeza quando nascemos, odiada por muitos e amada por poucos. Uma personagem com certeza muito importante para a trama do filme. O tempo todo ali, a espera, e o nosso protagonista, não acostumado com a chegada de um fim, fica com medo. 

        Mas ao saber de uma estrela que pode realizar seu desejo de ter suas nove vidas de volta, ele vai em busca dela e atrás dele, um cachorro que é muito estranho: alegre e positivo, pensa que o gato é seu amigo e nele pode confiar. E falando em confiança, Kitty Pata-Mansa também aparece querendo um desejo e os três formam um time para enfrentar o que viria pela frente. 

        Quem mais vai atrás dele são os Três Ursos e a Cachinhos, uma família que adotou uma garota humana, e esta tem como seu desejo para a estrela ter uma família "normal". Mesmo depois dos ursos saberem de seu desejo, eles a amam e vão ajudá-la a realizá-lo. Pois é assim que uma família tem que ser.

        Os dois gatos e o perro, quando chegam a temida Floresta Sombria, descobrem que o mapa aponta o caminho certo para cada pessoa. O caminho dos gatos é assombrado, cheio de perigos, caveiras, mal... enquanto que a do Perrito é apenas flores, amizade e bondade. Ao ouvirmos a história dele depois, ficamos chocados e tristes por ele não ter visto toda a maldade de seus donos.

        Mas é neste ponto que podemos pensar: ele viu as coisas assim. Ele enxergou de um jeito positivo e brincalhão toda a situação. Se compararmos com a Kitty, que foi enganada, maltratada, e traída (que foi basicamente o que houve com o Perrito também), ela viu o mundo de um modo ruim, tanto que não pôde mais confiar em ninguém. (Ter alguém para confiar é o seu desejo!).

Confiança, amor e aproveitar a vida

       Confiança requer cuidado e atenção. Sintonia nos envolvidos. Seja em amigos, em casal, em grupo, confiar é se entregar ao outro. É estar certo de que se cair, aquele alguém estará atrás para te segurar. É com um olhar, se sentir seguro.

        Em uma família, a confiança é resultado. Você confia em quem te ama, por sua vez, quem te ama pode confiar em você. Uma família que se ama, pode compartilhar seus medos, suas inseguranças e seus sonhos. Pode te ajudar com o que precisar. Você não viverá sozinho, como o gato pensava que viveria o restante de sua vida. 

        E vocês sabem. A morte chega para nós alguma hora. Você não sabe quando e não sabe como. Então, assim como o Gato, temos que lutar pela vida, pois é a única que temos. Temos que viver nossa vida como se fosse a última. Seguir o exemplo do Perrito e parar para cheirar o perfume das rosas. Sentir nosso coração bater e também o ar em nossos pulmões. Saibam que a vida é o que a gente quer que seja, e não o que ela é. Portanto, queira que ela seja boa!

Ass: Valentina Gagliardo Ferreira💕

"Quando só se tem uma vida, isso a torna especial". Kitty Pata-Mansa.


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