(M&C) Yo quisiera

Olá, leitores.

  Em 2005, a banda mexicana Reik, nos agraciou com essa música de friends to lovers, cujo ritmo e tom me deixa sentindo as mesmas coisas que o cantor. 
Apresento a vocês, Yo quisiera !

(Para uma melhor experiência, escute enquanto lê, aqui o link no spotify e o vídeo no youtube :)


No ahora

Ella empezó a llorar en mi hombro.
    Me dió lástima y se formó un nudo en mi garganta, porque no podía creer que me pedía consuelo, después de todo lo que pasamos para que ella pudiera confesar su amor por él. 
    En aquél día me habia llamado y le dije que fuera a mi casa, que estaria ahí en un rato. Llegué medio desesperado, pero antes de pasar por la reja, la vi en la vereda, sentada y corrí hacia allá. Me agaché, y ella me miró, llorosa. Me dijo:
    
Por que la vida es tan cruel con mis sentimientos?
    Me sente a su lado y la abracé fuerte. Llorando, me contó que fue un desastre, que en resumen él no era para ella, que era un tonto y que se habia ilusionado. Solo la escuché, pensando en cuantas veces intenté avisarle, pero no dije nada, porque lo que pensaba era que quería ser ese por quien se desvelaba y se desesperaba... Esas lágrimas que ahora mojaban mi pecho podrían ser de la lluvia que empezaba a caer en nosotros, mientras la miraba con tanto amor que no sé si se me veía en los ojos. Era tan tierna, tan dulce, mismo llorosa, solo quería que abriera sus ojos para verme. Solo deseaba que ella estuviera enamorada... de mí. 
    Pasado unos minutos, se levantó y la guié para dentro de casa. Le serví un té negro y un abrigo, el que dejé sobre sus hombros. De repente, noté que me miraba, y me cuestionó si algo me pasaba, y Dios, sí que algo me pasaba, porque no soportaba verla sufrir por otro que nunca llegaría a quererla más que yo. No supe qué responder sin delatarme, porque las chances de que me rechazara, todavia más ahora, eran tan altas que me dejaban nervioso. Le di el control de la tele y nos sentamos en el sillón de la sala. No supimos qué ver y nos quedamos hablando, como en tantas otras veces, sin ver la hora o el color del cielo afuera. Me dolía la forma como escondia lo que estaba sintiendo, y el deseo de querer ser su amor fue todavia más fuerte... Pero no ahora... Quizás algun día...


Não agora

Ela começou a chorar no meu ombro. 
    Tive pena e um nó se formou na minha garganta, porque eu não conseguia acreditar que ela me pedia consolo, depois de tudo o que passamos para que ela pudesse confessar seu amor por ele.
    Naquele dia ela tinha me chamado e eu disse que fora a minha casa, que eu estaria aí dentro de poucos minutos. Cheguei meio desesperado, mas antes de passar pela grade, a vi sentada na calçada, e corri até lá. Me agachei, e ela me olhou, chorosa. Me disse: 
    —Por que a vida é tão cruel com meus sentimentos?
    Sentei ao seu lado e a abracei forte. Chorando, me contou que foi um desastre, que resumindo ele não era para ela, que era um idiota e que ela tinha se iludido. Apenas escutei, pensando em quantas vezes tentei avisá-la, mas não disse nada, porque o que eu pensava era que eu queria ser esse por quem ela se abria e se desesperava... Essas lágrimas que agora molhavam o meu peito poderiam ser da chuva que começava a cair em nós, enquanto eu a olhava com tanto amor que não sei se era visível nos meus olhos. Era tão fofa, tão doce, mesmo chorando, que eu só queria que ela abrisse seus olhos para que me visse. Só desejava que ela estivesse apaixonada... por mim.
    Depois de alguns minutos, ela se levantou e eu a guiei para dentro de casa. Servi um chá preto e um casaco, o qual deixei sobre seus ombros. De repente, notei que ela me observava, e perguntou se algo havia acontecido comigo, e Deus, sim que algo havia acontecido, porque eu não suportava ver ela sofrendo por outro que nunca chegaria a amá-la mais que eu. Não soube o que responder sem me delatar, porque as chances de ela me rejeitar, mais agora, eram tão altas que eu ficava nervoso. Entreguei o controle da TV para ela e nos sentamos no sofá da sala. Não sabíamos o que ver, então ficamos conversando, como em tantas outras vezes, sem ver a hora ou a cor do céu lá fora. Me doía a forma que ela escondia o que estava sentindo, e o desejo de ser seu amor foi mais forte... Mas não agora... Talvez algum dia...

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Ass: Valentina Gagliardo Ferreira💕




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